PUBLICIDADE
|
É comum o atraso no início da imunização do prematuro, quer por receio de aplicar as vacinas, quer por insegurança com relação à sua eficácia protetora.
De uma maneira geral o calendário vacinal deve respeitar a idade cronológica da criança, e os atrasos devem ser evitados.
INFLUENZA:
O vírus influenza causa epidemias anuais de gripe, atingindo anualmente cerca de 10% a 20% de toda a população mundial.
É responsável por um grande número de visitas médicas, hospitalizações e faltas ao trabalho e por um também grande uso de medicamentos e antimicrobianos, além de poder eventualmente levar à morte.
Os grupos mais vulneráveis e susceptíveis de apresentar forma grave da doença são os extremos das idades, ou seja, a criança e o idoso.
Nessas faixas etárias é que se concentra a maior parte das internações e dos óbitos.
Na faixa etária pediátrica, o prematuro tem maior risco de desenvolver complicações como pneumonias, otites e bronquite, ou ainda descompensando alguma doença crônica pulmonar ou cardíaca.
É fundamental a aplicação da vacina contra o influenza nessas crianças a partir de seis meses de vida, antes do inverno.
Pais, cuidadores e profissionais de saúde envolvidos no atendimento do prematuro devem também ser imunizados.