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A “crise econômica” estressa os homens


A essa altura ninguém mais duvida que os efeitos da crise transcenderam a esfera econômica.

Os centros de saúde já advertem para um incremento nas consultas por problemas derivados da chamada “síndrome da crise”.

Apesar da depressão ser mais frequente entre as mulheres, a síndrome da crise tem sido observada com mais intensidade nos homens.

Os especialistas reunidos recentemente em Madrid, Espanha, em um simpósio de Psiquiatria, organizado pela Fundação López-Ibor e Universidade Complutense, sinalizaram que a patologia depressiva, em períodos de crise econômica, está vinculada ao álcool, gera violência e ocorre em maior proporção entre os homens.

“Toda mudança potencialmente pode produzir enfermidades, não apenas psíquicas. A crise econômica está associada a depressão, suicídio e infartos agudos do miocárdio”, afirmou o psiquiatra Lóper-Ibor ao jornal Qué, da Espanha.

A depressão afeta três vezes mais as mulheres que os homens mas elas “estão melhor preparadas para fazer frente a grandes mudanças sociais muito estressantes”, assegurou Lóper-Ibor.
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Publicado em: 09/05/2009. Última revisão: 07/04/2018
 COLABORADORES 

Redação Saúde na Internet