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Desejo Sexual

Publicado em: 01/07/2000. Última revisão: 31/01/2014
Dra. Iracema Teixeira Dra. Iracema Teixeira é psicóloga somático - transpessoal, com especialização em Sexualidade Humana e mestre em Sexologia. Em sua clínica, atende adolescentes, adultos, e também em terapia sexual e aconselhamento conjugal. É coordenadora do Grupo de Mulheres – "Descobrindo o Prazer".
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O desejo sexual é como um apetite. Uma experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou a tornar-se receptiva ao encontro sexual.

Contudo, nem sempre essa experiência faz parte da vida de homens e mulheres, pois, é muito comum o interesse por sexo diminuir devido a certos fatores considerados inibidores.

Alguns problemas orgânicos como anemia, deficiência cardíaca congestiva ou hipotiroidismo podem gerar uma baixa no desejo sexual, como também o uso de determinadas medicações:

- anti-hipertensivos,
- tranqüilizantes
- drogas a base de estrogênio (para os homens).

Porém, este aspecto envolve apenas cerca de 15% das causas do desejo sexual hipoativo. Na maioria das vezes fatores de ordem psicológica são os mais freqüentes, por exemplo:

- dificuldades no relacionamento com o(a) parceiro(a),
- ansiedades de desempenho sexual,
- baixa de auto-estima,
- ressentimentos e mágoas,
- frustrações profissionais,
- sentimentos de não realização pessoal, etc.

Às vezes a diminuição ou mesmo a ausência de desejo pode ser um sintoma de depressão, ou pode estar associada a problemas de adaptação psicológica à alguma doença.

Outra fonte de inibição diz respeito à dificuldade em concentrar-se nas sensações eróticas durante o ato sexual, a pessoa tende a se “perder” em pensamentos, “viajando” em outros assuntos. Assim, a atividade sexual tende a tornar-se sem graça e desagradável, podendo ser evitada; qualquer um perde o interesse por algo que não seja atraente! Isso também ocorre em situações onde o(a) parceiro(a) apresenta pouca habilidade no contato, tanto no sentido emocional quanto fisicamente. Por exemplo: achar que a penetração é a melhor parte do sexo, esquecendo que a exploração das zonas erógenas é um importante ingrediente, ou ainda, preocupar-se em ter uma performance exuberante a ponto de transformar o ato sexual em vídeo cassetada ou, no mínimo, um show circense.

Seja qual for o fator inibidor, a primeira providência é abrir um espaço para discutir, com o(a) parceiro(a), a respeito do problema. O diálogo é fundamental, pois auxiliará na compreensão dos fatores inibidores, além de favorecer à uma maior intimidade; se não for suficiente, uma Terapia Sexual poderá ser a solução.  


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